24/08/2013

Recortes da Semana - Tudo aquilo que li e recomendo para você! - De 17 a 23/08



Tudo aquilo que li durante a semana estará aqui em forma de "Clipping" (recortes). Um apanhado de textos que, acredito, são importantes para o conhecimento dos meus leitores e seguidores. Curta, comente e faça também as suas recomendações!! Vou adorar saber sua opinião!

Nota: Esta não foi uma semana muito produtiva em termos de leitura, já que precisei me dedicar quase que exclusivamente a outro tipo de trabalho. E as poucas leituras que conseguir fazer foram relacionadas a este novo trabalho. De qualquer forma, abaixo, um pouquinho do que deu tempo de ler:


Maternagem:  Na semana passada, comentei neste blog sobre a “paternagem”, em homenagem ao dia dos pais (veja o vídeo aqui e o texto aqui). Daí, me senti na obrigação de esclarecer também sobre a maternagem. Afinal, creio que alguns dos meus leitores não conheçam a palavra e até mesmo tenham confundido com maternidade, que é o processo biológico de tornar-se mãe; uma condição física, instintiva. Todas as fêmeas, exceto algumas espécies de animais, e outras situações que não precisam ser citadas aqui, podem tornar-se mãe. Já a maternagem não tem a condição biológica como fundamento. Está totalmente amparada no amor, no desejo de proteger, de cuidar, de ensinar, independente de vínculo sanguíneo e da orientação sexual do cuidador. Qualquer um pode maternar/amar/cuidar. A maternagem é uma escolha!


Eu adorei a mensagem abaixo, de autoria de Mia Couto, em entrevista ao G1. Às vezes, você ouve de alguém algo que está em seu coração, mas que você não colocou em palavras:

...Cada um tem um aspecto, um propósito diferente. O primeiro, o "Guardador de rios", é uma história real e, para mim, simbólica. É uma história que vale a pena lembrar. É sobre um programa que foi feito no Gurué, na província da Zambézia (norte do país). Um homem foi ensinado a medir o nível do rio com as horas e os metros. Ele fazia isso todos os dias, registrando em um formulário. Depois veio a guerra, esse programa desapareceu, e o homem perdeu contato com o resto do mundo. Quando, 16 anos depois, foram visitar aquele lugar, encontraram o homem trabalhando. Ele já não tinha formulário, claro. Escrevia com um pedaço de carvão em uma grande parede. E essa história para mim é muito bonita. Sobre alguém que não desistiu da sua missão. É uma lição para mim. Como se fosse um contrato que ele tivesse com o próprio rio. É isso que eu quero fazer: converter o mundo em uma página e escrever nela como se fosse uma lição, nem que seja só para mim!

Obs: Os grifos são meus.


Cultura do Estupro: Alguns dizem que não existe cultura do estupro, que é invenção. Mas, basta dar uma rápida olhada nas reportagens que envolvem violência sexual contra a mulher e ler os comentários dos “cidadãos comuns” para perceber que isso não é uma utopia. Muito pelo contrário, é uma realidade cruel. A vítima quase sempre é culpabilizada. Veja aqui.

Quer dizer que a mulher não pode sair de casa? Não pode ir a um baile à noite? Não pode se divertir? Do contrário, ela está "pedindo" para ser estuprada? Que sociedade é está que culpa a vítima invés do criminoso?!?


#INDIGNAÇÃO e #NOJO!

Esta semana se fechou para mim com muita #indignação!

- Gente sendo assassinada com armas químicas na Síria, entre elas, crianças inocentes e indefesas!

- Pessoas sendo "caçadas" na Rússia, por serem homossexuais!

- Animais sendo cruelmente machucados/assassinados e expostos no facebook, como um troféu.

Até onde pode chegar a estupidez humana?!

#Indignação, #indigna
Indigna, #inação




Nota: Como eu disse no primeiro parágrafo deste post, a intenção é colocar aqui, todas as sextas-feiras (ou sábados), um resumão de tudo aquilo que li durante a semana e que recomendo a você, caro amigo e leitor. Mas isso dependerá do meu escasso tempo, ok? Por isso, peço desculpa antecipadamente por eventuais falhas na postagem. Prometo que farei o possível para atualizar este novo espaço.

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Quando a última árvore cair, derrubada; quando o último rio for envenenado; quando o último peixe for pescado, só então nos daremos conta de que dinheiro é coisa que não se come".

(Índios Amazônicos)

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